Prólogo

O tilintar das imundas canecas cheias de cerveja era corriqueiro na taverna do velho Mustaf. Ao menos era, até que uma horda de inimigos do leste invadiu o povoado de Tresgongard, matando Mustaf, sua mulher Olava e seus 9 filhos, estraçalhando-os em praça pública. O único sobrevivente do vilarejo foi um menino chamado Tib.

Tib era um garoto comum, tirando o fato que era o sobrevivente de um massacre horrendo que vitimou seus pais e seu melhor amigo, o cachorro Pip. Pip foi transformado em uma iguaria muito incomum, que consistiu em transformar o animal em pequenos bastões de carne, cozinha-los e usar condimentos em cima. O irônico nome “cachorro-quente” foi atribuído a este macabro banquete.

O menino tinha 12 anos, loiro, com olhos azuis, alto e magro. Fora isso, era um garoto extremamente burro, que não conseguia criar nomes com mais de três letras (ignore o fato de Tib ser completamente analfabeto).

Vagando durante 4 meses na estrada que ligava o feudo de Harsman, onde ficava seu povoado, ao feudo de Landergar, regido pelo malévolo Conde Douche, Tib chegou faminto à principal vila do feudo, Nug, e logo foi empregado como servo do castelo do Conde.  

E aqui, começa sua história nada emocionante de glória, valentia e ascensão social.

2 Comentários

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2 respostas para Prólogo

  1. Oh, então foi assim que começou o cachorro-quente?

    Mas pq ele sobreviveu?

  2. Isabela

    HUAUHAHUAUHA! Esse livro é muito foda, e eu to doida pra saber o final.
    Você mudou o nome do Conde, né? Ele não se chamava Douche antes :P

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