Tib era um imbecil. Na vila de Nug, e em todo o feudo de Landergar, perder a virgindade com um quase-anão era a maior heresia do código legislativo local. Estranhamente, a notícia já tinha se espalhado e a milícia do Conde batia à sua porta, armada até os dentes. Tib, desesperado, grita que não está em casa, cometendo uma milenar burrice e acordando Pocket, que apresentava um sorriso de orelha a orelha.
Pocket tinha 1,42m de altura, era ruivo e peludo. Tinha um sorriso amarelo e falava enrolado. Era chato, beberrão e inconveniente. Um doce de pessoa. Os guardas entram na cabana, assustando o semi-vestido Tib e o totalmente nu Pocket.
Eis que acontece algo mágico: Pocket tira de seu cinto de couro marrom, ao lado da cama, uma pequena bola, que caberia no bolso de uma calça. Ao arremessar esta bola no chão, causou um brilho intenso e uma pequena criatura esverdeada saiu do brilho. Pocket comandou o pequeno ser (que parecia um sapo com uma flor nas costas e bico de pelicano) para estraçalhar todos os guardas com fúria assassina, gerando um banho de sangue bem na cozinha de Tib.
Dois pensamentos cruzaram a mente do nosso herói: “Uau, eu realmente gostei da cor vermelha nas paredes aqui de casa…” e “Que criatura fantástica! Seu nome será Bub.”
Estes pensamentos giraram na mente do confuso Tib como um rodamoinho até ele acordar em um chão gélido, pedregoso, em um lugar escuro e com um cheiro forte de carne em decomposição. Tib tinha sido atingido por um porrete e desmaiou assim que os guardas entraram em sua casa.

Uhauhau! Maravilhosamente adequada essa continuação!